Quando a alma adoece, o corpo fala — e agora eu escuto

Meu corpo gritou por anos.
Mas eu não escutava.

Estava ocupada demais tentando ser forte.
Cuidando dos outros. Sobrevivendo. Engolindo o choro.
Até que ele gritou mais alto — e doeu.
Do jeito que só o corpo sabe doer quando a alma já está cansada de pedir ajuda.

Hoje eu entendo que a dor física nem sempre é só física.
Às vezes, é a alma tentando se expressar de um jeito que a gente finalmente perceba.

É o corpo dizendo:
“Olha pra mim.
Tem coisa aí dentro que precisa ser sentida.”

Neste espaço, compartilho minhas reflexões, descobertas e intuições sobre as dores que vivi e ainda curo.
Não como quem ensina, mas como quem se oferece em espelho.
Para que você também se escute.

Aqui você vai encontrar:

  • Leituras simples sobre doenças psicossomáticas, com uma abordagem humana e intuitiva
  • Pequenos guias para reconhecer o que o corpo quer dizer
  • Reflexões reais sobre emoções esquecidas, dores que voltam e silêncios acumulados

Porque quando a alma adoece, o corpo fala.
E agora…
eu escuto.

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