Corpo, eu te escuto — um novo jeito de curar

Durante muito tempo, eu me calei para sobreviver.
Calei a raiva, a tristeza, o cansaço, o grito engasgado no peito.
Fui ensinada a resistir, a suportar, a deixar pra depois.
Mas meu corpo nunca esqueceu.
Ele lembrava em dores, em nódulos, em insônia, em ansiedade.

Até o dia em que eu parei.
E pela primeira vez, em vez de brigar com ele,
eu perguntei:
“O que você está tentando me dizer?”

Foi ali que tudo mudou.

Comecei a escutar meu corpo como quem escuta uma criança ferida.
Sem pressa. Sem julgamento. Sem tentar consertar.
presença.

Curar, pra mim, não tem mais a ver com técnicas mirabolantes.
Tem a ver com estar com o que dói, com ternura.
Tem a ver com criar espaços sagrados — mesmo que breves — para respirar, sentir e se acolher.

Aqui, nesse espaço do blog, compartilho micro-rituais, orações livres, escutas e práticas de presença.
Não são fórmulas. São convites.
Para voltar ao corpo.
Para voltar a si.
Para cuidar da alma onde ela mais grita: no silêncio do corpo.

Se você também cansou de lutar contra si,
este lugar é pra você.

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